domingo, 23 de maio de 2010

Mudanças...reencontros – bem estar!!! A palavra é AMAR...


Não consigo lembrar quando ao certo as coisas mudaram...
Começou com um simples começar. De uma brincadeira, mas será que era apenas uma brincadeira?
Dizem que o amor incomoda e não eh que é verdade.
Você me incomodava a ponto de me irritar e eu não conseguia imaginar o por quê?
Circunstâncias surgiram e de repente você começou a fazer parte da minha vida.
Ver que lindo...e hoje minha vida tem nova cor – é AMARELA (ou AMALELA como vc bem diz)!!!
Passamos por várias turbulências, mas sempre aprendemos a superar... E hoje, estamos prestes há completar 4 meses com a impressão de já se fazer anos...
Meu bebezão – o amor da minha vida...
Como em um trecho da música de Pitty: “você parece que já tinha o meu manual de instrução...”
Não consigo imaginar minha vida sem você.
É perfeito saber que, mesmo tendo um dia horrível, eu terei você a me esperar me mostrando que apesar de as coisas não irei bem, com você tudo passa a ficar bem...
Entrei na sua família, ganhei uma tia (mãe) e nos declaramos para o mundo... Afinal, nada é mais importante do que eu e você – do que o nosso amor...
Se esconder? De que? De quem? Pra que? Por acaso é errado amar?
Vamos pra fortaleza, curtir a beleza de uma noite sem fim, desfrutar a vida pelo paraíso de um amanhecer...
Eh, será nossa primeira viagem...rumo ao I ENCONTRO LATINO-AMERICANO DA JUVENTUDE...
Que Deus abençoe nossas vidas, da nossa família linda (eu, você e feio)...e que nosso amor só cresça...ao ponto de estourar...
Acredito na vida como acredito no nosso amor...
Busco a magia de um luar,
E vejo nos teus olhos o mar...
Te reencontro no meu dia a dia,
E passo uma agonia quando você não estar.
Longe de ti não sou nada, apenas uma brisa no ar...
A espera de um vento que ao certo me traga o perfume que é seu.
E por fim, depois de teu perfume sentir...eu possa te reencontrar...
E amar, amar o que é nosso e que só nós temos o prazer de amar – amar na reciprocidade!
E enfim, ta explicada...
Porque, de repente, não mais que de repente, eu senti uma necessidade de gostar de amarelo...;-).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quanto vale o amanhã???


Tudo caminhava bem, até certo ponto.
Deixava fluir naturalmente, pois estava cansada de planejar e sempre se decepcionar.
Resolvera fazer diferente dessa vez e assim foi...
Prestes a fazer três meses as coisas começaram a desandar...
Diferenças, contrastes e pontos de vistas contrários eram cada vez mais freqüentes.
Cansada de falar, de cobrar, de sempre pensar e pensar...
Resolveu enfim tomar rumo.
Não admitiria jamais sofrer novamente, pelo menos não tanto quanto da última vez.
Mas também já não sabia o que fazer para resolver tal dilema.
Apenas sabia que estava esgotada.
Choros, soluções e uma conclusão – não queriam mais isso pra si.
Já tinha tentando, feito de tudo pra que mudanças acontecessem, mas tinha dado com os burros n’água.
Repetições...
Filmes a passar na sua mente, como se daquela história já soubesse o final.
E sabia que não agüentaria se aprofundar mais pra se viver um mesmo final, pois do jeito que as coisas estavam, a repetição era óbvia.
Não queria pagar o preço novamente.
Precisava enfim ser forte e corajosa pra se colocar um ponto final no começo.
Não queria ter feito planos...
Não queria ter apostado de novo...
Não queria jamais ter que passar por tudo isso novamente...
Não queira, simplesmente não queria...
Agora precisava buscar coragem nas suas piores fraquezas.
Precisava dizer adeus, porém não sabia.
Odiava perder e sempre perdia...
Odiava ter que esquecer quem menos queria...
Odiava qualquer coisa que a fizesse tomar uma decisão da qual poderia se arrepender profundamente.
Porém sabia que a vida era repleta de caminho dos quais sempre teria que tomar uma decisão que poderia não ter volta.
Tantas dúvidas, tantas perguntas...E nenhuma resposta, era sempre assim...
Cansada de lutar contra a correnteza.
Cansada de querer ser feliz à força.
Cansada de tudo.
Mas jamais deixaria de viver.
Apesar dos pesares amava a vida como nunca amou a si.
Ah se amasse a si tanto quanto amava a vida.
Estaria feita...
Nem sempre somos o que sonhamos, muito menos o que esperamos ser...
Cada dia chegava a essa conclusão.
Sempre se surpreendia com a contradição das suas falas, dos seus pensamentos – nas simples atitudes.
Tão inconstante tão sem rumo...
Tão sem vida – tão sem nada...
Tão sem insignificância!
E esperava o amanhã por não ter coragem de encarar o hoje.
Afinal, sempre acreditava que milagres aconteciam.
Pobre criatura, mal sabia ela que milagres nunca acontecem por acaso.
E essa resposta todo mundo sabe...
Fica a pergunta: Vale a pena esperar? Até que ponto?!?